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13/01/2006

Opera lança livro sobre O Tico-Tico

A Opera Graphica Editora, orgulhosamente, está lançando o livro histórico de luxo O Tico-Tico 100 Anos - Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil, contando toda a trajetória de 70 anos da marca O Tico-Tico, desde o seu nascimento em 1905, como publicação semanal, até seu último número como revista periódica, em 1957, e em edições especiais até o seu final, nos anos 70.
Obra ricamente ilustrada com mais de 800 imagens e com um encarte do fac-símile da raríssima edição integral de O Tico-Tico nº 1, de 1905, é um marco nos livros teóricos sobre quadrinhos no século 21.

O Tico-Tico 100 Anos - Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil foi organizado pelos professores universitários Waldomiro Vergueiro e Roberto Elísio dos Santos, mestres em histórias em quadrinhos. Tem prefácio do grande jornalista Sergio Augusto e conta com 26 capítulos escritos por especialistas no tema, como os professores universitários Antonio Luiz Cagnin, Álvaro de Moya, Diamantino da Silva, Sonia M. Bibe Luyten e Marco Aurélio Lucchetti, e os jornalistas especializados Fernando Moretti, Franco de Rosa, Nobu Chinen, Fabio Santoro, José Sobral e Worney Almeida de Souza.
Conta ainda com depoimentos de personalidades como Ruy Barbosa, Carlos Drummond de Andrade, Ruth Rocha, Maurício de Souza e Ziraldo, entre outros.

O Tico-Tico 100 Anos - Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil foca intensamente o personagem Chiquinho/Buster Brown, ícone de O Tico-Tico, assim como revela novas descobertas a seu respeito e de outras séries que figuram na centenária revista: Little Nemo, Reco-Reco, Bolão e Azeitona, Zé Macaco e Faustina, Kaximbawn, Jujuba, Carrapicho, Lamparina, Brocoió (Popeye), Gato Felix, o Ratinho Curioso (Mickey Mouse), Gato Maluco (Krazy Kat). Também destaca trabalhos magistrais de artistas geniais como J. Carlos, Angelo Agostini, Max Yantock, Alfredo e Oswaldo Storni, Luiz Sá e Paulo Affonso, entre tantos que fizeram de O Tico-Tico um autêntico marco da cultura brasileira.

O Tico-Tico - 100 Anos da Primeira Revista Infantil Brasileira.
OPERA GRAPHICA EDITORA
 Número de páginas: 256 em preto e branco
Acabamento: Encadernado em capa dura colorida, com hot stamping
Exclusivo: Acompanha uma edição fac-símile de O Tico-Tico nº 1, em cores
Preço: R$ 139,00
Distribuição e vendas: Comix Book Shop
Al. Jaú, 1998
São Paulo - SP
Fone: (0xx11) 3088-9116
Site: www.comix.com.br
Mais informações: www.operagraphica.com.br

10  DESTAQUES DO LIVRO

1) Na sua primeira aparição, em O Tico-Tico nº 1, o personagem brasileiro Chiquinho não se parecia em nada com o americano Buster Brown, de quem passou a ser decalcado depois.

2) O Tico-Tico, como revista periódica, deixou de circular em 1957. Porém, edições especiais com a marca “O Tico-Tico Apresenta” foram lançadas até 1977, e não até 1962, como se propaga.

3) Mickey Mouse teve sua primeira edição especial brasileira lançada como “Edição Extraordinária de O Tico-Tico”, em dezembro de 1934.

4) O Tico-Tico foi um dos principais responsáveis pela implantação da imagem do Papai Noel como culto natalino, durante a Segunda Grande Guerra.

5) O Gato Felix e Krazy Kat (O Gato Maluco) estrearam no Brasil em O Tico-Tico.

6) Zé Macaco, criado por Alfredo Storni para O Tico-Tico, é o personagem mais longevo da nossa história em quadrinhos. Foi criado em 1908 e publicado ininterruptamente até 1957, sempre na mesma revista. Também foi envelhecendo com o passar do tempo, ficando careca e barrigudo, fato raro nos quadrinhos.

7) Na Holanda ocorreu um caso semelhante ao do nosso Chiquinho. O personagem americano foi adaptado para o ambiente local, tornando-se ícone nacional dos quadrinhos.

8) Esta publicação traz uma entrevista exclusiva com o jornalista e músico Afonso Botari, o primeiro leitor de O Tico-Tico, que acompanhou a trajetória da revista e de seus autores por toda a vida. Botari veio a falecer justamente no dia 11 de outubro de 2005, no aniversário de cem anos da publicação, aos 106 anos de idade.

9) J. Carlos realizou centenas de desenhos infantis para O Tico-Tico. Fato freqüentemente ignorado nas reportagens a respeito desse fabuloso artista.

10) O primeiro Almanaque de O Tico-Tico foi lançado no final de 1906,  para  1907. Sempre foi publicado com capa dura, deixando de circular em 1958. Desde seu lançamento, passou a ser um item obrigatório para as crianças de classe média, no Natal, um objeto típico das festas de final de ano.

10  FRASES

Tico-Tico é pai e avô de muita gente importante. Se alguns alcançaram importância mas fizeram bobagens, o Tico-Tico não teve culpa. O Dr. Sabe-Tudo e o Vovô ensinavam sempre a maneira correta de viver, de sentar-se à mesa e de servir à pátria. E da remota infância, esse passarinho gentil voa até nós, trazendo no bico o melhor que fomos um dia. Obrigado, amigo!”
Carlos Drummond de Andrade

Meu pai tomara pra mim uma assinatura da revista carioca O Tico-Tico. Estou certo de que suas estórias muito contribuíram para a germinação da semente do ficcionista que dormia nos interiores do menino.”
Érico Veríssimo

A criança está perdendo a infância, aquela infância que eu tive lendo o meu O Tico-Tico. Meu pai perguntava: ´O que você quer?´ - Almanaque O Tico-Tico!´.”
Lygia Fagundes Telles

Aprendi a ler quase sozinho, aos seis anos, graças ao O Tico-Tico...”
Luís da Câmara Cascudo

“...O Tico-Tico era a única revista dedicada às crianças brasileiras e lhes dava tudo: histórias, adivinhações, prêmios de dez mil réis, lições de coisas, páginas de armar e principalmente de aventuras.”
Carlos Drummond de Andrade

Lia revistas em quadrinhos, sim. O Tico-Tico, na meninice.”
Gilberto Freyre

Quando eu era criança, e isso faz tempo, havia o Almanaque do Tico-Tico. Era um dos presentes que eu mais gostava de ganhar.”
Ruth Rocha

O Tico-Tico era uma revista presente e desejada na minha infância, embora já estivesse sofrendo a competição braba das outras publicações com histórias em quadrinhos norte-americanas. Isso, nos anos 40.”
Maurício de Souza

Como explicar o sucesso da revista que formou, no início do século passado, várias gerações de leitores e expoentes brasileiros? Os seus personagens eram geniais e refletiam diversos aspectos da realidade brasileira.”
Arnaldo Niskier

Ainda que tivesse sido apenas a primeira revista infantil publicada no país, seu centenário não merecia passar em branco. Acontece que O Tico-Tico, pioneirismos à parte, durou quase seis décadas, abrigou em sua equipe a nata do grafismo nacional e, com seus quadrinhos, charadas, adivinhações, lições de história, ciências, boas maneiras e civismo, curiosidades, objetos para armar e o escambau, educou e divertiu umas três gerações de brasileiros.”
Sérgio Augusto

QUEM COLABOROU

Álvaro de Moya - Jornalista, escritor, produtor e diretor de cinema e televisão. Nasceu em 1930 e é professor aposentado da Universidade de São Paulo. Autor dos livros Shazam! (São Paulo, Editora Perspectiva, 1970), História da História em Quadrinhos (São Paulo, Editora Brasiliense, 1993) e O Mundo de Walt Disney (São Paulo, Geração Editorial, 1996); é chargista, ilustrador e produtor de quadrinhos com temática nacionalista. Para Editora Abril, desenhou capas das revistas O Pato Donald e Mickey. Pioneiro no Brasil no estudo dos comics, foi um dos organizadores da Primeira Exposição Internacional de Quadrinhos, em 1951, na cidade de São Paulo. Representou o Brasil em congressos e eventos realizados em cidades como Lucca, Roma, Paris, Buenos Aires e Nova York, e chefiou delegações brasileiras em várias cidades do mundo, onde fez conferências. Correspondente da revista Wittyworld, dos Estados Unidos, foi colaborador de enciclopédias editadas na França, Espanha, Itália e Estados Unidos.

Escolhido pela Universidade La Sapienza, de Roma, foi o único representante da América Latina em evento realizado na Itália, visando discutir o centenário dos comics.

Antonio Luiz Cagnin - Doutor em “Semiologia da Imagem” pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da área de cinema na ECA/USP. Autor do livro Os Quadrinhos, Ed. Ática, em 1975. Organizador do Núcleo de Pesquisa e Documentação em Histórias em Quadrinhos da ECA/USP, em 1989. Organizador e curador da exposição sobre os 150 anos do nascimento de Angelo Agostini, em 1993. Pesquisador da obra de Angelo Agostini e de Aragonês de Farias. Atualmente, desenvolve pós-doutorado na Universidade de Sorbonne, em Paris, sob o tema “Por uma semiótica e história do sistema narrativo e iconográfico dos quadrinhos”.

Diamantino da Silva - Professor e ilustrador. Nascido em Santos, foi ilustrador dos jornais A Tribuna e O Diário de Santos. Trabalhou como diagramador e publicou quadrinhos nas editoras Júpiter, Prelúdio e Paulinas, e nos encartes de quadrinhos do jornal Ultima Hora. Lecionou desenho e artes gráficas na Escola Pro-Tec, na Faculdade de Comunicação Social Anhembi e na FAAP. Contribuiu para a história e para a teoria dos quadrinhos e das artes gráficas com três livros, entre eles, o cultuado Quadrinhos Para Quadrados, de 1976, e mais recentemente, Quadrinhos Dourados: A História dos Suplementos no Brasil, (Opera Graphica Editora). Também participou ativamente de exposições, debates e conferências sobre quadrinhos e cinema. É um dos fundadores e atual presidente do “Clube Amigos do Western”, que reúne toda semana os aficionados dos filmes de faroeste. Desde 1985 edita trimestralmente a revista Mocinhos & Bandidos.

Fábio Santoro - Advogado e estudioso de quadrinhos. Nasceu em São Paulo em 1952. Está em contato com a Música desde sempre. Com a TV e o Cinema, desde os dois anos. Com os Quadrinhos, desde os três. Colecionador inveterado, estudioso convicto, Santoro escreveu inúmeros textos a respeito desses temas para alguns dos melhores fanzines brasileiros. Além da papelada, vinis, CDs, vídeos e de outros objetos, vive cercado por oito fêmeas, também de culto: a heróica mulher, as duas filhas e suas cinco cadelas.

Fernando Moretti - Jornalista e cartunista. Nasceu em Santos, em 1948. Estreou nos quadrinhos em 1973, com a série Os Bandeirantes, na Folha de São Paulo. Em 1975 publicou a série de tiras diárias Stevão Piro no mesmo jornal e, depois, no Última Hora, Cidade de Santos, Diário do Grande ABC, O Dia (Bahia). Formado em jornalismo pela Universidade Cásper Líbero, trabalhou para a Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, editora Escala, Minuano, Opera Graphica. Editou a revista Vida Fantástica, lançou os livros Arte do Bem Navegar Toda Vela (Ars Poetica-1994) e Como Desenhar Cartuns (Canaã-1999). Atualmente, produz tiras de Stevão Piro para o Correio Popular (Campinas), edita a revista Orixás Especial e dirige o site CCQHumor.

Franco de Rosa - Jornalista, escritor, cartunista e editor. Nasceu em São Paulo, em 1956. Começou a estudar os quadrinhos e a publicar artigos a respeito deles em fanzines, a partir de 1971. Iniciou a criação de tiras diárias em 1974. Trabalhou nos jornais Folha da Tarde e Diário do Comércio e Indústria. Colaborou nos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Diário do Povo e O Estado do Paraná, e com as editoras Saber, Ebal, Abril, Grafipar, Press, Nova Sampa, Mythos, Escala, Editoractiva e Opera Graphica. De 1988 a 1991 teve uma coluna semanal sobre quadrinhos no jornal Folha da Tarde, de São Paulo.

José Sobral - Estudioso de “banda desenhada”, nasceu em Lisboa, no ano de 1945. Em 1976, associado com outros entusiastas dos quadrinhos, fundou o Clube Português de Banda Desenhada. Nos anos de 1976, 1982 e 1990 representou Portugal no Festival Internacional de Comics de Lucca (Itália). Colaborou ativamente na Editora Portugal Press (Jornal do Cuto), no final dos anos 70. Em 1990/91 para o suplemento semanal Comix, do jornal Diário Popular, escrevendo artigos até encerramento do jornal. Nos últimos três anos, tem colaborado com a Editora Opera Graphica.

Maria Cristina Merlo - Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo e professora do Curso de Comunicação Social da Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo. Defendeu dissertação com o título Revista O Tico-Tico - Um Século de Histórias em Quadrinhos no Brasil. A pesquisa foi premiada com o troféu no 16º HQ Mix, em 2004, prêmio oferecido na categoria pesquisa, por ter sido desenvolvido com seriedade e dedicação sobre a primeira revista brasileira infantil e de quadrinhos. O conteúdo abordado traz um abrangente levantamento dos desenhistas, roteiristas, colaboradores, editores e colaboradores da revista surgidos durante e após a publicação de O Tico-Tico.

Marco Aurélio Lucchetti - Escritor, graduado em Letras e Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Autor de As Sedutoras dos Quadrinhos - abrangente compêndio sobre as mais proeminentes personagens femininas da arte seqüencial -, Lucchetti escreveu outras obras do gênero, igualmente importantes para a compreensão e avaliação do impacto social gerado por essa nova modalidade de expressão artística, tão popular no período em que vivemos. São elas: A Ficção Científica nos Quadrinhos e Realidade-Fantasia em Valentina - O Quadrinho Autoral no Exemplo Guido Crepax (ainda inédita).

Nobu Chinen - Redator, formado em Publicidade e Propaganda pela Unitau. Paulistano, nascido em 1961. Criador e responsável por uma página semanal sobre quadrinhos no jornal Valeparaibano, de São José dos Campos (1987-1989), pioneira em seu gênero. Escritor incluído na Primeira Antologia de Contos do Vale do Paraíba (1987). Co-organizador da Primeira Expo Quadrinhos do Vale (1986). Autor do livro Os Rios e as Cidades (2002), em comemoração à inauguração da nova sede do BankBoston Brasil. Atualmente, é colaborador do site Universo HQ.
Roberto Elísio dos Santos - É jornalista, com pós-doutorado em Comunicação pela ECA-USP, professor da Universidade IMES, autor dos livros Para Reler os Quadrinhos Disney e As Teorias da Comunicação: da Fala à Internet (Paulinas Editorial), membro do Núcleo de Pesquisa de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP e colaborador da Editora Abril e do site Omelete. Tem 43 anos, nasceu em São Caetano do Sul, no ABC Paulista.

Sonia M. Bibe Luyten - Mestre e Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi professora da Cadeira de Histórias em quadrinhos do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP (1972-1984), professora convidada da Universidade de Estudos Estrangeiros de Osaka e Tóquio - Japão (1984-1990), professora da Universidade Real de Ultrecht - Holanda (1993-1996) e professora convidada da Universidade de Poitiers - França (1998-1999). Autora de inúmeros artigos no Brasil e no exterior e dos livros Comunicação e Aculturação, Histórias em Quadrinhos - Leitura Crítica, O Que é Histórias em Quadrinhos, Mangá - o Poder dos Quadrinhos Japoneses e Cultura Pop Japonesa: Animê e Mangá. Fundou o primeiro núcleo de estudos de mangá na Universidade de São Paulo, na década de 70, depois transformado na Abrademi. Foi diretora da Gibiteca do Museu de Imprensa Júlio de Mesquita Filho, da ECA/USP.

Obteve vários prêmios por sua pesquisa em história em quadrinhos como o HQ Mix em 1988, 1991, 1999, Mangacom em 2001 e o Prêmio Romano Calise, em Lucca, Itália, em 1990. Foi coordenadora do programa de Mestrado da Universidade Católica de Santos e, atualmente, integra o quadro de docentes da mesma universidade.

Waldomiro Vergueiro - Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo Realizou pós-doutorado na Loughborough University (lnglaterra) e Universidad Carlos III de Madrid (Espanha). Professor associado e chefe do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA USP. Responsável pelas disciplinas Editoração de Histórias em Quadrinhos e Laboratório de Leitura Crítica de Histórias em Quadrinhos. Ministra a alunos de graduação da ECA-USP e demais unidades da USP. Docente do programa de pós-graduação em Ciências da Comunicação da ECA-USP, onde orienta dissertações e teses sobre histórias em quadrinhos. Fundador e coordenador do Núcleo de Pesquisas de História em Quadrinhos da ECA-USP, em 1990. Membro dos conselhos editoriais das revistas especializadas International Journal of Comic Art (USA) e Revista Latino-Americana de Estúdios de La Historieta (Cuba) nas quais teve publicados vários artigos, bem como em outras revistas especializadas internacionais. Colaborador dos sites eletrônicos Omelete, Poppycorn e Infohome, para os quais já elaborou várias dezenas de artigos. Autor do livro Como Usar as Histórias em Quadrinhos em Sala de Aula, publicado pela Editora Contexto.
Worney Almeida de Souza (Waz) - Jornalista, editor, produtor e pesquisador de quadrinhos, especialmente nacionais. Representante da Associação de Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP). Organizador de 22 edições do Prêmio Angelo Agostini e da exposição dos 80 anos de O Tico-Tico, em 1985. Editor do fanzine Quadrix e Universo. Colunista de quadrinhos do jornal Hora do Povo, entre 1989 e 1999. Tem mais de 1.500 textos publicados. Colaborou com as editoras Press, Ícone, Nova Sampa, Canaã, Xanadu, Minuano, Midwest e Opera Graphica.  Ganhador dos prêmios Maciota (Quadrix), em 1986, Angelo Agostini de Melhor Lançamento (Garra Cinzenta), em 1988, Festival do Gibiteca de Curitiba, em 1989 e Prêmio Jayme Cortez, em 1991. Edita em Quadrinhos Independentes a coluna Mantendo Contato.


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